
Talvez porque nunca
experimentei o pôr-do-sol em Zanzibar, a paisagem preferida do líder do Directório bloquista. Pergunto: não era caso para
colectivizar o dito? Melhor, o acesso a tal paisagem? Esperem... caberá esta hipótese nos cânones do socialismo
revolucionário que, ainda há coisa de anos, Francisco
Louçã defendia? E uma viagem de um qualquer núcleo de bloquistas de base (parece que são todos) pela «R
oute 66», nos
capitalistas EUA?
Detesto a máxima que à mulher de César mais que ser, convém parecer. Às
Áfricas e aos
States, nas suas férias, Deputado
Louçã. Desde que depois os apóstolos não macem quando os demais que se consideram de esquerda fazem alguma coisinha que lhes pareça excessivamente capitalista ou mundano, sim?
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